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Rebaixamento Brasileirão: como funciona e o que já aconteceu na história
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Rebaixamento Brasileirão: como funciona e o que já aconteceu na história

|5 min de leitura

O rebaixamento no Brasileirão é um dos assuntos que mais gera discussão entre torcedores a cada reta final de temporada. Afinal, ninguém quer ver seu time trocando a Série A pela Série B, e entender as regras ajuda a acompanhar a briga contra a queda com outros olhos.

Neste guia, você vai entender de forma simples como funciona o sistema, quantas equipes caem, quais critérios definem o desempate e o que já aconteceu com clubes grandes que passaram por essa experiência.

O que é o rebaixamento no Brasileirão

Rebaixamento é o processo pelo qual os clubes com pior desempenho na Série A perdem a vaga na elite do futebol brasileiro. Eles são obrigados a disputar a Série B na temporada seguinte, competindo para tentar voltar.

O sistema existe para manter o equilíbrio competitivo entre as divisões. Times que sobem da Série B ocupam justamente as vagas de quem caiu, renovando o campeonato a cada ano.

Quantas equipes caem e quais posições

No formato atual de pontos corridos, quatro clubes são rebaixados ao final de cada edição do Brasileirão. São eles os times que terminam nas quatro últimas colocações da tabela.

Isso significa que as equipes que fecham a competição na 17ª, 18ª, 19ª e 20ª posição perdem a vaga na Série A e vão disputar a segunda divisão no ano seguinte. A pontuação de cada clube é resultado de 38 rodadas, com três pontos por vitória, um por empate e nenhum por derrota.

Critérios de desempate na briga contra a queda

Quando dois ou mais times terminam o campeonato empatados em pontos, o regulamento da CBF aplica critérios em ordem hierárquica para decidir quem fica e quem desce. A sequência oficial é a seguinte:

  1. Maior número de vitórias

  2. Melhor saldo de gols

  3. Maior número de gols marcados

  4. Confronto direto (apenas quando dois clubes estão empatados)

  5. Menor número de cartões vermelhos

  6. Menor número de cartões amarelos

  7. Sorteio, caso a igualdade persista

Esses critérios não valem só para o título. Eles também definem vagas na Libertadores, na Sul-Americana e, claro, os quatro nomes que vão amargar o rebaixamento naquela edição.

Histórico de rebaixamentos no Brasileirão

Desde a adoção do formato de pontos corridos, em 2003, o Brasileirão já viu clubes de todos os tamanhos passarem pela Série B. Corinthians, Palmeiras, Vasco, Grêmio e Botafogo são exemplos de equipes tradicionais que já sentiram esse baque em algum momento da história recente.

Alguns times se tornaram conhecidos como "elevador" do futebol brasileiro, subindo e descendo entre as divisões com frequência. Vitória e Coritiba estão entre os clubes que mais colecionaram idas e vindas nesse vaivém ao longo dos anos.

Consequências do rebaixamento para os clubes

Cair de divisão vai muito além do aspecto esportivo. A perda de espaço na Série A costuma reduzir receitas importantes, como cotas de transmissão de TV, patrocínios e bilheteria nos jogos.

Esse impacto financeiro geralmente obriga o clube a reformular o elenco, já que muitos jogadores preferem buscar outras equipes a permanecer na Série B. Reconstruir a competitividade após uma queda costuma ser um processo que leva mais de uma temporada.

Como um time escapa do rebaixamento

Fugir da degola exige regularidade ao longo de todo o campeonato, e não apenas uma boa sequência na reta final. Somar pontos fora de casa e não depender só dos jogos como mandante costuma ser decisivo para quem briga contra a queda.

A gestão do elenco também pesa bastante nessa equação. Times que fazem boas contratações na janela de meio de ano e mantêm o grupo entrosado tendem a reagir melhor na segunda metade da tabela.

+ Leia mais: Maiores campeões do Brasileirão 

Rebaixamento no Brasileirão: as últimas quedas

Na edição de 2025 do Brasileirão, Ceará, Fortaleza, Juventude e Sport terminaram a competição na zona de rebaixamento e vão disputar a Série B na sequência. Internacional, Vitória e Santos, que também corriam risco, escaparam da degola na rodada final.

Esse tipo de definição apertada é comum na parte de baixo da tabela. A cada temporada, a distância entre escapar e cair costuma se resumir a poucos pontos, o que deixa a reta final do Brasileirão sempre eletrizante para quem torce por um time na briga.

Perguntas frequentes

Quantos times caem no Brasileirão?

Quatro clubes são rebaixados a cada edição, correspondentes às quatro últimas posições da tabela ao final das 38 rodadas.

Qual o primeiro critério de desempate no rebaixamento?

O primeiro critério é o número de vitórias. Em caso de nova igualdade, o saldo de gols entra em cena, seguido dos gols marcados.

Existe confronto direto entre mais de dois times empatados?

Não. O confronto direto só é aplicado quando exatamente dois clubes estão empatados nos critérios anteriores. Com três ou mais, esse critério é descartado.

Times rebaixados podem voltar no ano seguinte?

Sim. Na Série B, os quatro primeiros colocados ao final da temporada conquistam o acesso de volta à Série A.

Entender como funciona o rebaixamento no Brasileirão ajuda a acompanhar cada rodada da parte de baixo da tabela com outro olhar, sabendo exatamente o que está em jogo além dos três pontos. Continue de olho no Diário do Futebol para acompanhar rodada a rodada a briga contra a degola no Brasileirão.

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CG

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